
Móveis, louças, vasos, iluminação, óculos, artigos de papelaria, relógios de pulso, óculos de sol, a pira olÃmpica, brinquedos, relógios despertadores, barcos, quartos de hotel, edifÃcios comerciais, motos …
Por mais de 30 anos, Philippe Starck tem sido um designer, criador e arquiteto nada convencional (quando perguntado o que ele queria ser quando era criança ele respondia “astrofÃsico” ou “compositor”). Ele derrama sua energia e entusiasmo sem limites em uma mirÃade de idéias. Para ele, a vida é “tornar os produtos poéticos”.

A inspiração inicial de Philippe Starck veio de seu pai, que era um engenheiro aeronáutico. O jovem Philippe passou horas desmontando e montando o que tinha à mão: de brinquedos, bicicletas, motos a vários outros objetos. Este processo acabou por aguçar a sua curiosidade, refazendo o mundo à sua volta.

Sua mãe lhe deu uma visão poética do mundo, uma abordagem de vida que ele chama de “panache” (em português, panachê significa mistura de legumes diversos, picados e refogados). Aconselhado por ela, ele estudou design na Nissim de Camondo em Paris.
Vários anos e diversos protótipos mais tarde, e Philippe Starck foi contratado para trabalhar para o presidente francês François Mitterrand. Também nessa época Starck já estava criando mobiliário para as principais empresas italianas, bem como aprimorando seu portfólio de serviços para hotéis, exemplos clássicos desse perÃodo podem ser encontrados em Nova York e Miami. A arquitetura expressionista de Starck também começava a surgir no Japão.

Philippe Starck tanto gosta de mexer com as tradições e a cultura das grandes cidades ao redor do mundo quanto se esforça para estabelecer novos clássicos.
O primeiro de uma série de restaurantes japoneses inaugurados nos EUA foi apontado como “um dos restaurantes mais envolventes dos últimos dez anos.” Seus hotéis trouxeram uma nova dimensão à paisagem dos Estados Unidos, bem como em outros paÃses.

Quando Philippe Starck concebe um hotel ou restaurante, ele presta mais atenção ao que não há no entorno do que ao que há, criando espaços que o visitante pode fazer parte ou transformar. Para Starck, “o vazio é mais importante do que a plenitude”. São espaços projetados para que os membros de uma “tribo cultural” sejam tirados dela e, mais importante, sejam levados para algo melhor.
As “credenciais verdes” de Phillipe Starck já eram evidentes antes do assunto sustentabilidade – ou “o pensar” sobre o futuro do planeta – tornar-se popular. Mais de 10 anos atrás, ele montou uma empresa de alimentos orgânicos e atualmente projeta carros a hidrogênio. Ele também é o diretor criativo para o projeto de um novo espaço no Novo México, que será executado dentro dos mais elevados padrões ambientais.
Texto base: Philippe Starck’s School of Design
Fonte: BBC
As imagens são da internet e não estão em ordem cronológica.
Muito mais sobre Philippe Starck em s+arck
nôs gostamos muito dos relogios e de todos os objectos